No alvorecer do III Milênio e em plena Era Espacial, é o exato momento do homem contemplar as mensagens de seres iluminados. Em Niterói, aconteceu a Tragédia de um Circo Destruído pelo Fogo. Dizem, entidades espíritas, que foi o resgate de vidas passadas na Roma Pagã. Abalado com esta notícia, um empresário chamado José Datrino ouviu vozes chamando-o para uma missão espiritual. Ele era um homem atribulado por todos os problemas atuais. Como todos nós, ele estava vivenciando a Idade Média de nossos dias. Vendo o Povo sofrendo, despojou-se de suas riquezas e começou sua peregrinação. Foi chamado de louco e poeta. Plantou flores e distribuiu vinho no local daquele sofrimento. Imortalizou nas Pilastras do Viaduto uma Sabedoria Universal.
Começou suas Pregações dizendo:
Gentileza gera Perfeição,
Bondade a Natureza
Amor, Beleza e Riqueza.
A figura de José Datrino talvez seja uma das mais emblemáticas da história oculta brasileira. Um louco? Um visionário? O que exatamente foi o homem que distribuía flores e vinho pelas ruas e escrevia mensagens nas pilastras de viadutos?
Em meio a uma nova Idade Média – com o capital no lugar da religião – Gentileza (como era chamado popularmente) pregava que o único caminho para a perfeição era a gentileza.
A colocação da natureza como valor-base para o desenvolvimento humano e a valorização da bondade também foi pregada. Gentileza é o profeta. O profeta que veio reciclar esse mundo. Que abriu os olhos dos homens. E que fechou os olhos mas não foi esquecido.
“Pelas vozes foi guiado, o arauto iluminado a guiar esse destino”
Nenhum comentário:
Postar um comentário