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segunda-feira, 11 de maio de 2009

Gentileza gera perfeição

No alvorecer do III Milênio e em plena Era Espacial, é o exato momento do homem contemplar as mensagens de seres iluminados. Em Niterói, aconteceu a Tragédia de um Circo Destruído pelo Fogo. Dizem, entidades espíritas, que foi o resgate de vidas passadas na Roma Pagã. Abalado com esta notícia, um empresário chamado José Datrino ouviu vozes chamando-o para uma missão espiritual. Ele era um homem atribulado por todos os problemas atuais. Como todos nós, ele estava vivenciando a Idade Média de nossos dias. Vendo o Povo sofrendo, despojou-se de suas riquezas e começou sua peregrinação. Foi chamado de louco e poeta. Plantou flores e distribuiu vinho no local daquele sofrimento. Imortalizou nas Pilastras do Viaduto uma Sabedoria Universal.
Começou suas Pregações dizendo:


Gentileza gera Perfeição,
Bondade a Natureza
Amor, Beleza e Riqueza.

 

A figura de José Datrino talvez seja uma das mais emblemáticas da história oculta brasileira. Um louco? Um visionário? O que exatamente foi o homem que distribuía flores e vinho pelas ruas e escrevia mensagens nas pilastras de viadutos?

Em meio a uma nova Idade Média – com o capital no lugar da religião – Gentileza (como era chamado popularmente) pregava que o único caminho para a perfeição era a gentileza.

A colocação da natureza como valor-base para o desenvolvimento humano e a valorização da bondade também foi pregada. Gentileza é o profeta. O profeta que veio reciclar esse mundo. Que abriu os olhos dos homens. E que fechou os olhos mas não foi esquecido.

“Pelas vozes foi guiado, o arauto iluminado a guiar esse destino”

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Quem realmente somos nós?

What the Bleep Do We Know!?

É com essa pergunta que começa um dos mais perturbadores documentários que eu já tive a ousadia de assistir. É claro que a percepção que temos em um primeiro momento é que ele é apenas um ode ao espiritualismo. Mas é só assistir com um pouco mais de atenção para perceber que ele pode trazer respostas… ou no meu caso, ainda mais perguntas.

Para quem ainda não viu, What the Bleep Do We Know!? foi traduzido no Brasil com o ridículo nome de Quem somos nós?. Ele pode ser classificado como um documentário espirito-científico com ramificações de ontologia e epistemologia, mas trazendo como ponto central os conceitos básicos da Física Quântica.

Física Quântica era algo completamente novo pra mim. E ainda é. Alguns de seus conceitos como o Princípio da Incerteza são meio chocantes. É bem difícil aceitar que vivemos cada um em uma realidade particular onde as energias de tudo o que considerados físico está em completa interação. Interação essa que resulta em possibilidades.

O filme é muito criticado pela “forçada de barra” ao usar conceitos previstos para modelos pequenos como grupamento de elétrons para justificar noções inerentes a nossa vida. Ainda não há embasamento suficiente que permita dispor sobre essas relações de forma plausível. Os físicos de forma alguma creditam a nós mesmos a criação de realidade e tempo.

Fica realmente complicado dar um parecer com tão pouco conhecimento sobre o tema. O que pode ser aferido sem medo é que a primeira vista ele perturba. Faz você se questionar muito sobre qual é realmente o seu poder sobre a sua própria vida. Sobre o que está ao seu alcance e principalmente sobre realidade.

Quem assistiu sabe do que estou falando.