Ando na turma do quase. Quase te beijo, quase te conquisto, quase me sinto feliz, quase me dedico as minhas tarefas… Quase tudo.
E no fim fico com aquela sensação de “poxa, eu poderia estar muito mais longe se realmente estivesse me dedicando”. Fato é que ando comedido de uma forma perigosa, onde o medo do ridículo me faz ficar inerte.
E eu fico no quase. Aliás, esse post quase diz o que eu queria dizer…
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